Homem tem pedra de 15 cm e 1,5 kg removida da bexiga após sofrer por 10 anos com dores

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Um homem vietnamita, identificado apenas como NVB, de 51 anos de idade, procurou ajuda médica após sentir-se incapaz de urinar adequadamente.

Logo, os médicos descobriram uma pedra de 15 centímetros pesando 1,5 kg, feita de mineiras que se formam no interior da bexiga. A cirurgia, realizada na cidade de Can Tho em Mekong Delta, foi bem-sucedida e o paciente está em fase de recuperação, conforme relatado pelo Mail Online.

Segundo o relatório dos médicos, o homem sofria com a existência da pedra há uns dez anos, admitindo que tinha medo de procurar ajuda no hospital. Quando ele finalmente reuniu forças (e coragem) para fazer, descobriu o surpreendente tamanho do crescimento em sua bexiga.

Esse tipo de condição pode não causar quaisquer sintomas. Quando são pequenas o suficiente, podem ser removidas através do próprio ato de urinar. No entanto, para os casos de pedras maiores, os sintomas aparecem devido a irritação que causam nos tecidos da bexiga, ou o pelo bloqueio do fluxo de urina.

Na maioria dos casos, as pedras afetam homens com idades entre 50 anos ou mais, tendo algum tipo de conexão com o “alargamento” da próstata. Elas se formam quando a pessoa costuma não esvaziar a bexiga completamente durante a micção. Se a urina fica durante um longo período dentro do órgão, os diversos sais e substâncias que formam a urina podem adquirir forma cristalizada, o que gera as pedras.

Entre os sintomas mais sentidos estão as dores abdominais, ou em torno do pênis no caso dos homens; dificuldade de urinar e aumento da frequência, especialmente à noite; urina de cor turva ou escura, além da presença de sangue.

Como método de prevenção, é recomendável a ingestão diária de 2 a 3 litros de água por dia, especialmente para pessoas que possuem histórico de infecções no trato urinário. Além disso, recomenda-se que a bexiga seja esvaziada completamente em tempos regulares, além de evitar a constipação, que pode ser resolvida com laxantes, quando recomendados por um especialista.

Fonte: Jornalciencia

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